Scan de e-mail

Scan de e-mail: descubra se alguém pode se passar pela sua empresa

Descubra se alguém consegue enviar e-mail em nome da sua empresa. O scan lê SPF, DKIM, DMARC e MTA-STS do seu domínio. Resultado na tela e PDF completo.

Aceita domínio ou subdomínio, como app.suaempresa.com.br. Cada endereço é analisado separadamente.

Sem cadastro para ver o resultadoResultado em ~40 segundosVarredura externa passiva
ou analise outro vetor
O que é analisado

O golpe da fatura falsa não começa invadindo nada.

Começa com um e-mail que parece vir do seu domínio. Não é uma invasão: é o protocolo funcionando como foi desenhado nos anos 80, quando ninguém precisava provar quem era. A verificação de remetente é opcional até hoje, e quem a liga é você, publicando três registros no seu DNS.

Os três fazem coisas diferentes. O SPF lista quais servidores podem enviar em nome do domínio. O DKIM assina cada mensagem com uma chave que só você tem. O DMARC é o único que diz ao destinatário o que fazer quando a verificação falha, e sem ele os outros dois viram informação sem consequência.

Configurações incompletas que o scan aponta: SPF terminado em ~all, DMARC parado em p=none desde a implantação e contagem de consultas de DNS estourada por integrações acumuladas, o que invalida o SPF inteiro em silêncio. Cada uma vem com a correção específica. Os termos estão explicados no glossário.

Verificações

O que a varredura procura

01

SPF de verdade

Ausência, política permissiva com ~all e estouro do limite de dez consultas de DNS, que passa despercebido e invalida o registro inteiro sem nenhum aviso.
02

DMARC e a decisão

Política efetiva, alinhamento, cobertura de subdomínios e endereço de relatório. p=none é observação: o destinatário avisa você e entrega a falsificação assim mesmo.
03

DKIM e assinatura

Presença dos seletores e força da chave. Assinatura fraca ou ausente tira do destinatário a única prova criptográfica de que a mensagem é sua.
04

TLS no transporte

STARTTLS, versão negociada e certificado dos seus MX, mais MTA-STS e TLS-RPT. Sem política, a queda para texto claro é o comportamento padrão da entrega.
Como funciona

Do domínio ao relatório

O domínio é a única informação necessária. A varredura roda no host informado, a nota aparece na tela e o relatório completo segue por e-mail.
10 s

Informe o domínio

Apenas o domínio. Sem conta, sem cartão e sem instalação.

20 s a 40 s

A varredura é executada

O mesmo scanner da plataforma é executado contra o host, em tempo real.

3~40 s

A nota aparece na tela

Score de 0 a 100, calculado pela fórmula do produto, com os achados mais graves abertos.

4Após confirmar o e‑mail

O relatório segue por e‑mail

PDF completo com evidência e instrução de correção, enviado a um e‑mail do domínio analisado.

Exemplo de resultado
acme.com.brnota44B
E-mail1 achadoDMARC com p=none
Relatório em PDF enviado a um e‑mail de acme.com.br
Regra de entrega

Por que apenas e‑mail do domínio analisado. O relatório descreve fraquezas de um domínio específico. Entregá-lo a qualquer endereço permitiria que terceiros obtivessem esse levantamento sem relação com o domínio. Quem não tem e‑mail no domínio pode entrar em contato e receber o relatório após confirmar a relação com ele.

Escopo

O que a varredura faz no alvo

O contato com o alvo se limita ao que qualquer cliente faz ao acessar o domínio. Tudo o que exige autorização do responsável pelo ambiente fica fora.
Dentro do escopo

Consultar registros DNS públicos

SPF, DKIM (seletores comuns), DMARC, MX, MTA-STS e TLS-RPT são lidos do DNS, como qualquer servidor de e-mail faz antes de entregar uma mensagem.

Resolver os includes do SPF

Cada include e redirect é seguido para contar as consultas e chegar ao conjunto real de remetentes autorizados.

Conectar aos servidores MX

Uma conexão SMTP a cada MX para registrar STARTTLS, versão de TLS e certificado. Nenhuma mensagem é enviada.

Verificar a política de recebimento

O arquivo MTA-STS publicado via HTTPS é lido e comparado ao registro DNS.

Fora do escopo

Sondar portas e serviços

Varredura de portas alcança infraestrutura que pode pertencer ao provedor, como acontece em PaaS e CDN. Esse tipo de teste exige autorização formal do responsável pelo ambiente.

Enumerar caminhos

Não há tentativa de descobrir rotas como /admin ou /.env por lista de palavras. Esse procedimento gera volume de requisições no alvo e só é executado com autorização.

Explorar vulnerabilidades

Nenhum payload é enviado e nenhuma vulnerabilidade é explorada. As sondas observam o comportamento da resposta, sem extrair dados.

Cobrir o inventário

O resultado cobre o domínio informado. Subdomínios, ambientes de homologação e serviços auxiliares ficam fora deste diagnóstico e costumam concentrar parte relevante da exposição.

FAQ

Perguntas frequentes

Qualquer pessoa consegue enviar e-mail em nome da minha empresa?

Por padrão do protocolo, sim. O SMTP não verifica quem diz ser o remetente. Essa verificação é opcional e depende de três registros que você publica no seu DNS: SPF diz quais servidores podem enviar, DKIM assina as mensagens, e DMARC diz ao destinatário o que fazer quando a verificação falha. Sem DMARC em quarentena ou rejeição, o destinatário até percebe a falsificação, mas entrega a mensagem mesmo assim.

Tenho SPF configurado. Isso não basta?

Não, por dois motivos. Primeiro, SPF sozinho não instrui o destinatário: ele publica a lista de servidores autorizados, mas quem decide o que fazer com uma falha é a política DMARC. Segundo, SPF terminado em ~all (softfail) pede para o destinatário aceitar mesmo quando falha, o que é permissivo por definição. E existe um limite técnico de dez consultas de DNS: passar dele invalida o registro inteiro em silêncio, e acontece em domínios que acumularam integrações de marketing e faturamento ao longo dos anos.

O que significa DMARC com p=none?

Significa modo de observação: o destinatário verifica, relata para você e entrega a mensagem de qualquer jeito. É o ponto de partida correto, e serve para você descobrir quem envia legitimamente antes de apertar. O problema é ficar nele: a política nunca avança para quarantine ou reject. Enquanto isso, o domínio segue falsificável na prática.

Por que o scan verifica MTA-STS e TLS-RPT?

SPF, DKIM e DMARC tratam de autenticidade: quem enviou. MTA-STS e TLS-RPT tratam de confidencialidade em trânsito. A entrega de e-mail entre servidores negocia criptografia de forma oportunista: se o TLS falhar, o padrão é entregar em texto claro em vez de não entregar. MTA-STS é a política que fecha essa brecha exigindo TLS, e TLS-RPT é o canal que avisa você quando alguém tenta forçar a queda.

O scan envia e-mails de teste para o meu domínio?

Não. As verificações são consultas de DNS público (SPF, DKIM, DMARC, MTA-STS, TLS-RPT e DNSSEC são todos registros publicados), mais a negociação de STARTTLS com os servidores de entrada listados no seu MX, que é o mesmo contato que qualquer servidor de e-mail faz antes de entregar uma mensagem. Nenhuma mensagem é enviada, nenhuma caixa é tocada.

Meu e-mail é Google Workspace / Microsoft 365. Ainda preciso disso?

Precisa, e é justamente onde a falha mais aparece. O provedor cuida da infraestrutura de envio, mas os registros ficam no seu DNS e é você quem os publica. A configuração padrão de ambos entrega SPF e DKIM funcionais e deixa o DMARC por sua conta. A decisão sobre falsificação do seu domínio continua sendo sua, e por padrão ela não está tomada.

A nota desta página considera TLS e cabeçalhos HTTP?

Não. Nesta página roda apenas o scan de e-mail, e a nota reflete esse resultado. O diagnóstico completo executa TLS, cabeçalhos HTTP e e-mail no domínio informado. Golpe de fatura falsa e fraude de pagamento começam por e-mail em nome da empresa, então a segurança de e-mail costuma trazer os achados de maior impacto.